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16 julho 2015

Os melhores livros de todos os tempos, votados por 125 autores famosos

Veja se já leu alguns dos melhores livros de todos os tempos, de acordo com a votação de 125 autores famosos britânicoa e americanos.O desafio pode ser lido no livro The Top Ten: Writers Pick Their Favorite Books Foi pedido a 125 autores britânicos e americanos - como Norman MailerAnn Patchett,Jonathan FranzenClaire Messud, and Joyce Carol Oates  — que fornecessem uma lista ordenada do que consideravam ser os 10 melhores livros de ficção de todos os tempos. Deixo aqui alguns dos dados que resultaram deste projeto:


As 10 melhores obras do século 20
  1. Lolita by Vladimir Nabokov
  2. The Great Gatsby by F. Scott Fitzgerald
  3. In Search of Lost Time by Marcel Proust
  4. Ulysses* by James Joyce
  5. Dubliners* by James Joyce
  6. One Hundred Years of Solitude by Gabriel Garcia Marquez
  7. The Sound and the Fury by William Faulkner
  8. To The Lighthouse by Virginia Woolf
  9. The complete stories of Flannery O’Connor
  10. Pale Fire by Vladimir Nabokov
As 10 melhores obras do século 19
  1. Anna Karenina* by Leo Tolstoy
  2. Madame Bovary* by Gustave Flaubert
  3. War and Peace by Leo Tolstoy
  4. The Adventures of Huckleberry Finn by Mark Twain
  5. The stories of Anton Chekhov
  6. Middlemarch* by George Eliot
  7. Moby-Dick by Herman Melville
  8. Great Expectations* by Charles Dickens
  9. Crime and Punishment by Fyodor Dostoevsky
  10. Emma* by Jane Austen
Os 10 autores com mais livros selecionados
  1. William Shakespeare — 11
  2. William Faulkner — 6
  3. Henry James — 6
  4. Jane Austen — 5
  5. Charles Dickens — 5
  6. Fyodor Dostoevsky — 5
  7. Ernest Hemingway — 5
  8. Franz Kafka — 5
  9. (tie) James Joyce, Thomas Mann, Vladimir Nabokov, Mark Twain, Virginia Woolf — 4

O artigo completo pode ser lido aqui.

Fonte: brainpickings.org

19 dezembro 2011

Manifestantes egípcios incendeiam biblioteca com rara colecção de manuscritos

O Egipto perdeu este fim-de-semana documentos e mapas históricos com mais de 200 anos num incêndio causado quando se registaram confrontos no Cairo entre as forças de segurança e os manifestantes anti-Exército. Entre os manuscritos perdidos estava a cópia original da “Description de L'Egypte”, uma colecção feita por encomenda de Napoleão durante a sua expedição ao Egipto. Dos 200 000 200 mil livros, apenas ficaram intactos 30 mil.
Segundo a CNN, o incêndio no edifício histórico do Instituto Científico Egípcio, que alberga a biblioteca que continha mais de 200 mil livros e documentos, na sua maioria científicos, terá sido causado por um cocktail molotov atirado pelos manifestantes. O incêndio, que esteve descontrolado algumas horas, deflagrou nos andares mais baixos do edifício, tendo depressa alastrado aos superiores.
De toda a colecção do museu, apenas foram retirados intactos do fogo cerca de 30 mil livros. Tudo o resto, desapareceu com as chamas, anunciou Zein Abdel-Hadi, responsável pelas bibliotecas e os arquivos egípcios.
“Perderam-se mapas e manuscritos históricos insubstituíveis que foram preservados durante muitas gerações”, disse em comunicado, citado pela CNN, o primeiro-ministro egípcio, Kamal Ganzouri, destacando a perda da “Description de L'Egypte” (“Descrição do Egipto”). “O Egipto perdeu um tesouro nacional raro na história”, disse.
A “Description de L'Egypte” é uma obra composta por 24 volumes e que conta com o trabalho de 160 investigadores que acompanharam Napoleão Bonaparte na sua expedição ao Egipto entre 1798 e 1801. Nestes livros agora perdidos estava reunida, através de documentos, mapas e artigos, toda a descrição do Egipto, desde a identificação dos monumentos à descrição da fauna e flora do país, passando pelos hábitos, agricultura e comércio dos seus habitantes. Características que tornaram a colecção única no país e numa das mais importantes e valiosas do século XIX.
O Instituto Científico Egípcio é considerado o instituto científico mais antigo do Egipto. Fundado por Napoleão em 1798 durante a invasão francesa no Cairo, o instituto foi criado com a missão de desenvolver e apoiar a investigação de qualidade em diferentes ramos, da biologia à matemática, até à arqueologia.

Fonte: Público

20 outubro 2011

"José & Pilar" exibido em Nova Iorque em semana de homenagem a Saramago

Eis uma boa notícia na semana em que foi publicado o romance inédito de Saramago Claraboia.
A notícia que nos deixa a todos orgulhosos é do Público:

O documentário José & Pilar, candidato a uma nomeação para os Óscares, será promovido na próxima semana em Nova Iorque, incluindo a exibição no Museu de Arte Moderna (MoMA), num evento dedicado ao Nobel português da Literatura.
A Semana de Saramago em Nova Iorque, de 26 de Outubro a 1 de Novembro, envolve o Arte Institute e a Fundação José Saramago e contará com a participação da companheira do escritor e presidente da Fundação, Pilar del Río.
No caso do documentário de Miguel Gonçalves Mendes, este dará a conhecer uma faceta mais privada e íntima do Nobel Português José Saramago.
Além de Pilar del Río, Miguel Gonçalves Mendes também estará em Nova Iorque para participar, logo no dia 27, numa sessão de perguntas e respostas na galeria de arte Rooster.
No mesmo dia terá lugar uma Mostra de Cinema Ibérico, no Anthology Films Archives, com a apresentação de curtas-metragens portuguesas e espanholas.
A galeria Sonnabend, dirigida pelo galerista de origem portuguesa António Homem, também se associa à iniciativa, com uma tertúlia dedicada a José Saramago, no dia 30.
No dia 31, terá lugar um concerto de Noiserv, projecto de David Santos (que compôs a banda sonora do filme) no restaurante português Pão.
Na Rutgers University, em Nova Jérsia, visitada por Saramago há 10 anos, o Departamento de Espanhol e Português irá mostrar excertos do documentário José & Pilar, segundo informação divulgada pelo Consulado de Portugal em Newark.
O ponto alto da semana de homenagem será a exibição do documentário no Museum of Modern Art (MoMA), seguido de um cocktail noutro restaurante português, Alfama.
O documentário José & Pilar acompanha a vida pública e privada de José Saramago durante o processo de escrita e lançamento do romance Viagem do elefante.
É um retrato próximo e inédito do escritor português, do relacionamento com a companheira e tradutora, Pilar Del Río, com os seus leitores e com o mundo.
Nos Estados Unidos, a Comissão de Homenagem a José Saramago integra o senador luso-americano Jack Martins, o galerista António Homem e a actriz Daniela Ruah, entre outras personalidades.
Criada em Abril deste ano, a organização sem fins lucrativos Arte Institute organizou no passado verão um Festival de Cinema Português em Nova Iorque (NY Portuguese Short Film Festival), com dezenas de curtas-metragens, a par de mostras de artes plásticas e música portuguesa (Summer Nights Series).

Fonte: Público

19 outubro 2011

João Ricardo Pedro vence Prémio LeYa 2011, no valor de 100.000 euros

Depois de no ano passado, o júri ter decidido não atribuir o prémio, invocando falta de qualidade dos textos apresentados a concurso, João Ricardo Pedro torna-se no terceiro escritor distinguido com o prémio, ao qual concorreram este ano 162 romances. O teu rosto será o último é o livro de estreia do autor, que não tinha até agora nenhuma obra editada, tendo sido escolhido por maioria. "É a minha primeira obra, a minha primeira tentativa de fazer qualquer coisa", diz ao PÚBLICO João Ricardo Pedro, revelando que estava confiante numa vitória. "Se não estivesse à espera, não tinha concorrido."
Para o júri, o livro "é uma composição delicada de histórias autónomas, que se traçam em fios secretos, o romance apoiado em imagens fortes, constrói um perturbador painel do presente português".
"É um livro arriscado e que facilmente toca as pessoas que o lêem e acho que o júri foi tocado", continua o escritor, que achava que podia ganhar, notando, no entanto, que não leu nenhuma das outras obras a concurso.
O júri foi constituído pelos escritores José Castello, Nuno Júdice e Pepetela; o professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, José Carlos Seabra Pereira; Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo; e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.
O Prémio Leya foi criado em 2008 no sentido de distinguir um romance inédito escrito em português.
O prémio, de 100 mil euros – e que é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa –, foi criado em 2008 com o objectivo de distinguir um romance inédito escrito em português. Nas duas primeiras edições foi conquistado pelo brasileiro Murilo Carvalho, com a obra O Rastro do Jaguar (2008), e pelo moçambicano João Paulo Borges Coelho, com O Olho de Hertzog (2009).

Fonte: Público

06 outubro 2011

Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura 2011

Tomas Tranströmer escreve sobre a morte, a história, a memória e é conhecido pelas suas metáforas. É um poeta que tem uma produção pequena, "não é prolixo", disse no final do anúncio o secretário da Academia, o historiador Peter Englund, embora esteja traduzido em várias línguas. Em Portugal, Tranströmer tem poemas publicados em duas antologias, uma delas chama-se Vinte e um poetas suecos (Vega ,1987).
Tomas Tranströmer, 80 anos, psicólogo de formação, sofreu um AVC em 1990. Por isso perdeu as faculdades motoras e não consegue falar. O Prémio Nobel da Literatura 2011 vive numa ilha e depois de ter ficado doente publicou três obras.
Desde 1973 que Tomas Tranströmer, que é o poeta sueco mais traduzido no mundo e recebeu o Prémio Literário do Conselho Nórdico em 1990, era candidato ao Nobel. Há 40 anos que um autor sueco não recebia este prémio.
O poeta e tradutor Vasco Graça Moura disse à agência Lusa que a poesia do autor sueco “tem uma grande força lírica e preocupação social” e considerou-o "um Prémio Nobel muito merecido”. “Ele é muito importante e é o maior poeta sueco vivo”, afirmou. Sobre a obra de Tranströmer, o escritor português sublinhou “a grande força de utilização das imagens, com uma faceta um pouco surrealista”. Vasco Graça Moura traduziu vários poemas de Tranströmer entre eles um sobre Lisboa, Alfama, que se encontra na obra Vinte e um poetas suecos.
No ano passado a distinção foi atribuída ao escritor peruano Mario Vargas Llosa. O prémio tem um valor pecuniário de dez milhões de coroas suecas (cerca de 1 milhão de euros).


Fonte: Público

16 junho 2011

Romance inédito de Saramago lançado no fim do ano

Eis uma boa notícia para quem como eu gosta de ler obras de Saramago:
Clarabóia, o romance que José Saramago acabou de escrever em 1953 e deixou inédito até ao fim da vida, será publicado "no final deste ano, em Outubro ou Novembro", disse Zeferino Coelho, seu editor e amigo.

A poucos dias do primeiro aniversário da morte do prémio Nobel da Literatura português, a 18 de junho de 2010, o editor da Caminho levantou um pouco o véu sobre a história e as personagens de Clarabóia, que classificou como "um bom romance", onde se encontram já esboços do que viriam a ser as obras seguintes de Saramago.
"Vamos publicá-lo no final do ano. Em Outubro ou Novembro estará pronto. Eu já tenho comigo o original, estamos a trabalhá-lo - e está completo. Ou seja, é possível publicar o livro sem qualquer interferência, não lhe falta nada, não lhe falta nenhum bocado. Trata-se de um romance e é um romance interessantíssimo. Eu já o li - mais do que uma vez - e lê-se muitíssimo bem. Tem um grande número de personagens, mas aquilo tudo muito bem articulado, muito bem contado", disse à Lusa.
O romance "é muito rico, é muito diverso e lê-se muitíssimo bem. E nota-se que já tem ali algumas coisas que o José Saramago viria a desenvolver mais tarde... e tem até um personagem que, de alguma maneira, é o Saramago debatendo-se com os seus próprios problemas e, nomeadamente, com um problema que ele nunca resolveu, que é o optimismo e o pessimismo: se a humanidade é recuperável ou não -- isso está lá -- e que atitude deve cada um de nós tomar, sentirmo-nos responsáveis por aquilo que se passa à nossa volta e intervir ou acharmos que não temos nada a ver com isso e afastarmo-nos de qualquer intervenção na sociedade", resumiu.
"Eu acho que é um livro que vai suscitar muita curiosidade e vai ter muitos leitores. Porque se lê bem e é riquíssimo de significados", argumentou o editor.
Eu por mim fico à espera de mais este romance, e, entretanto, vou relendo os que afortunadamente já fazem parte da minha biblioteca e da minha vida.
Há uns anos atrás tive a felicidade de assitir a uma sessão pública de Saramago e fiquei rendida ao homem, como já antes ficara rendida ao escritor. Achei-o de uma inteligência, simplicidade e simpatia que muito contrastaram com a ideia que tinha dele: parecera-me até então um ser distante, arrogante e pouco acessível. Ainda hoje, passados estes anos, guardo na memória com especial ternura aquela hora e meia que tive o privilégio de partilhar com José Saramago e com todos os outros que como eu certamente ficaram a conhecer o lado mais humano do nosso Nobel da Literatura. Por tudo isto, aguardo com expectativa mais esta oportunidade de mergulhar em mais um livro de Saramago, ainda que seja só lá para o final do ano....

Fonte: DN

01 fevereiro 2011

Casa-Museu de Saramago deve abrir as portas a 18 de Março

Há dias li uma notícia no Público que me deixou com uma imensa vontade de ir a Lanzarote: a Casa-Museu de Saramago deve abrir as portas a 18 de Março.
Adoro os livros de Saramago, desde que comecei a ler os seus livros na Faculdade, já lá vão uns bons 16 anos, que fiquei impressionada com a sua ironia e sagacidade e profundo conhecimento da humanidade, no que esta tem de melhor e de pior. Estava na altura a ler O ensaio sobre a cegueira.
Hoje, depois de muitas leituras, ainda que não todas as que ainda gostaria de ler, sinto uma profunda tristeza por saber que já não está entre nós o homem que tantas emoções e consciências despertou. É triste saber que não mais voltará a escrever e que apenas o podemos reencontrar quando relemos os seus livros.
Talvez que uma visita à Casa-Museu de Lanzarote ajude a mitigar a saudade… Segundo o Público, estará acessível não só a biblioteca que o escritor ali reuniu, mas também o escritório onde Saramago escreveu Ensaio sobre a cegueira.

Deixo aqui um excerto da notícia que achei particularmente comovente:

"[…] Um dos momentos mais tocantes da conversa com os leitores do El País aconteceu quando Pilar foi confrontada com uma afirmação de Saramago no documentário, na qual ele diz que o céu não existe. “Onde está Saramago agora?”, perguntou o leitor. Pilar respondeu que o escritor está nos livros que escreveu. “Ele dizia que cuidássemos de cada livro que abríssemos porque, lá dentro, havia uma pessoa”, disse. Saramago, acrescentou, “está na música que ouviu, nos quadros que viu, nos livros que acariciou e, perdoem-me, está também no meu corpo”.

Fonte: Público




06 novembro 2010

II Congresso Internacional Fernando Pessoa, no Teatro Aberto

A Casa Fernando Pessoa, entidade promotora da divulgação e estudo da obra do poeta, organiza, de 23 a 25 de Novembro, o II Congresso Internacional Fernando Pessoa, no Teatro Aberto.
Este congresso visa debater visões, modos de interpretar e perspectivas de especialistas nacionais e estrangeiros que dedicam parte das suas vidas a aprofundar a incomparável obra de Fernando Pessoa e contará com a presença de alguns dos mais influentes nomes do estudo da obra Pessoana.
As inscrições para o congresso (limitadas a 250, e com condições especiais para estudantes) estão abertas na Casa Fernando Pessoa (Rua Coelho da Rocha, 16). A cada participante será entregue um diploma no final do Congresso.

Preço
Estudantes: 20€ Professores: 30€ Geral: 50€

Veja aqui mais informações


30 outubro 2010

Os pilares da terra, de Ken Follett, a não perder!

Para quem ainda não leu aqui fica uma boa sugestão de leitura para o fim-de-semana: Os pilares da terra, de Ken Follett, agora também adaptado para mini-série televisiva.
A série ainda não vi, mas o livro é muito interessante, transportando-nos para a Inglaterra do século XII numa história repleta de suspense, ambição e corrupção que vamos querer devorar da primeira à última página. Afinal os temas abordados são intemporais...
Aqui fica o trailer da mini-série televisiva para aguçar a curiosidade.


Fonte: Youtube via Bibliofilmes

12 outubro 2010

El Quijote 2.0– Leitura global de D. Quixote


Ora aí está uma iniciativa original: a Real Academia Espanhola e o Youtube lançaram o desafio a todos quantos queiram participar na leitura global de um dos maiores clássicos da literatura mundial: D. Quixote de la Mancha. Basta aceder ao site e participar, fazendo um vídeo com a leitura de um trecho do famoso texto. Para mais informações clique aqui.
Porque é que nunca nos lembrámos de fazer o mesmo para um dos nossos grandes autores como Camões, Fernando Pessoa ou Saramago?

Fonte: El Quijote en Youtube

07 outubro 2010

Já temos Nobel 2010

And the winner is... ou melhor: El ganador del Premio Nobel de Literatura 2010 es...Mario Vargas Llosa!



05 outubro 2010

Em contagem decrescente para o Nobel da Literatura 2010...

Já estamos em contagem decrescente para o anúncio do Prémio Nobel da Literatura 2010. Até há quem já faça apostas, em casas de apostas britânicas, imagine-se!. Mas uma vez que já falta tão pouco mais vale esperar e ir lendo alguns livros de anteriores galardoados. Afinal é já no dia 7 de Outubro que tudo se saberá. Até lá boas leituras.


A pianista, de Elfriede Jelinek (Nobel 2004)

Os anões, de Harold Pinter (Nobel 2005)

A vida nova, de Orhan Pamuk (Nobel 2006)

O quinto filho, de Doris Lessing (Nobel 2007)

A terra das ameixas verdes, de Herta Müller (Nobel 2009)

Deserto, Jean-Marie Gustave Le Clézio (Nobel 2008)

E, claro está, o nosso Nobel - José Saramago:


Caim

Ensaio sobre a cegueira

Ensaio sobre a lucidez

As intermitências da morte


De entre tantos livros magnificamente escritos, o difícil mesmo é escolher.

26 agosto 2010

Sugestões de leitura

Mais algumas sugestões de leitura para este mês de Agosto que está quase no fim, tal como as minhas férias...


03 agosto 2010

Pasme-se...

Até percebo que o espaço para armazenamento de publicações não seja infinito e que a qualidade de algumas obras fique um pouco aquém do desejado, mas será que não há alternativas? Por exemplo imprimir menos exemplares das obras. Será que de entre todas essas publicações não existirão algumas cuja qualidade justifique a sua oferta às nossas bibliotecas públicas e escolares que se debatem, na esmagadora maioria dos casos, com fundos envelhecidos por falta de meios económicos? Não se pretende, de forma alguma, encher as bibliotecas de livros inúteis, mas sim actualizar as colecções das bibliotecas com as obras que tenham qualidade e pertinência para encontrar nas suas instalações novos leitores. Não sei até que ponto isto é possível, mas poderia ser, pelo menos, equacionado…



Fontes: Livros Sapo e Thysanura