Mostrar mensagens com a etiqueta Estudos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estudos. Mostrar todas as mensagens

14 julho 2015

Estudo revela que um em cada dez alunos do secundário nunca leu um livro até ao fim


Segundo um estudo levado a cabo em 15 escolas secundárias, no âmbito do programa  "Ler+Jovem", cerca de 10% dos alunos do ensino secundário nunca leram um livro até ao fim. Segundo o mesmo estudo 14% das famílias dos alunos participantes no inquérito não têm livros em casa e um quarto dos alunos afirma que não gostava de ler em criança porque tinha dificuldade de compreender o que lia.  O professor, enquanto, motivador de leitura, aparece em último lugar entre as motivações dos alunos para lerem. A procura do conhecimento e de actualização são as principais motivações apontadas pelos alunos para ler, bem como a influência do grupo de amigos.
Os alunos do secundário lêem literatura sobretudo nos tempos livres e nas férias, de acordo com o mesmo estudo, sendo ainda o suporte em papel o mais procurado.

O artigo completo pode ser lido aqui.

Fonte: pagina1.sapo.pt

01 outubro 2011

Congresso do Livro apresenta estudo sobre o sector livreiro e o impacto da pirataria, em Outubro, na Praia da Vitória

O I Congresso do Livro acontece nos dias 28 e 29 de Outubro no auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória, na Ilha Terceira, e em debate estarão a digitalização, as alterações no circuito de comercialização, a legislação e o combate à pirataria no sector. O evento é organizado pela APEL- Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.
Logo no primeiro dia, na sessão da tarde, será apresentado o estudo a cargo de uma equipa liderada por Pedro Dionísio do ISCTE - Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa, sobre o sector da edição e das livrarias e o impacto económico da pirataria, encomendado no âmbito das iniciativas desenvolvidas pela Comissão Contra a Cópia Ilegal, criada este ano na APEL.
Nas seis sessões do Congresso serão abordadas questões preocupantes para o sector como a digitalização e os ‘novos livros’, as alterações do circuito de comercialização, a legislação, o combate à pirataria e à cópia ilegal, os direitos de autor na era do digital, as políticas públicas para com o livro e a leitura.
Em debate estará também o papel da APEL, prevendo a organização definir orientações e recomendações.
O Congresso divide-se em cinco painéis. O primeiro, na manhã do dia 28 de Outubro, intitula-se “O novo paradigma editorial” e nele serão abordados temas como “O livro e a leitura hoje”, “Relações Autor/Editor/Livreiro/Leitor”, “Os novos editores, os novos distribuidores, os novos livreiros” e “O papel dos Media”.
O segundo painel, que ocupará toda a tarde do dia de abertura, é dividido em duas partes e intitula-se “Enquadramento legal”, estando em debate temas como a “Lei do Preço Fixo e o IVA nos livros”, “O Plano Nacional de Leitura”, a “Lei da Cópia Privada e Pirataria na era do digital”, além do estudo realizado pelo ISCTE.
Outros painéis são sobre as mudanças no mercado do livro e o papel da APEL, na manhã do dia 29, e à tarde debate-se “O livro e as novas tecnologias”.
O Congresso contará com a presença dos presidentes da Federação Europeia de Editores, Fergal Tobin, e da Associação Europeia de Livreiros, John McNamee, do director do Bureau International de l’Édition Française, Jean Guy Boin, e do secretário de Estado da Cultura que presidirá à sessão de encerramento.
A conferência de abertura, por Fergal Tobin e John McNamee, intitula-se “O Mundo do livro mudou”, dando o mote ao Congresso que será inaugurado pelo presidente do Governo Regional, Carlos César.

No site do Congresso pode encontrar mais informações sobre o programa e inscrições.

Fonte: Público

20 outubro 2010

2010 Kids & Family Reading Report: Turning the Page in the Digital Age


Mais um estudo sobre os hábitos de leitura das crianças e seus pais. Desta vez o estudo vem dos Estados Unidos e vale a pena ser lido, pois, embora a realidade não seja a nossa, existem semelhanças assinaláveis, ou não vivêssemos nós num mundo globalizado. O estudo pode ser lido aqui.